Um convite para uma viagem a uma cidade do seu imaginário, onde conversas se transformam em canções, onde ruídos urbanos dão lugar a melodias, onde o amor é lei e a música o passaporte para lá entrar é o ponto de partida para uma incursão no primeiro trabalho da banda Strange Álibi, “Music Town”, apresentado amanhã em Sines. “Music Town” tenta recriar o ambiente cidade, não deixámos que o disco tivesse espaços brancos que permite que o disco tenha um seguiment o e deixe a pessoa pensar o que será a “Music Town”.
Orlando Correia diz que neste disco as pessoas podem encontrar um pouco de rock, num regresso ao passado, porque tentámos ir buscar origens como The Doors para criarmos as nossas próprias músicas. Hoje em dia vê-se muita música comercial, muito heavy metal e funk e nós tentámos criar um som à parte disso tudo, criando a nossa própria musica e acho que o nosso rock tem influências de um rock dos anos 60 adequadas aos nossos tempos.
O grupo define-se num rock n´roll, na sua essência mais pura, através da irreverência dos ritmos das suas guitarras, mas também, nos baixos quentes dos blues, abordando simultaneamente uma onda absolutamente soul, através dos apontamentos dos metais e das melodias da voz são assim que se definem os Strange Álibi.
Apesar de ser uma produção independente, tendo em conta a saturação do mercado discográfico e crescente pirataria, os músicos não estão preocupados, pois segundo Pedro Sequeira, este disco não foi feito somente para venda ao público, é uma ferramenta que vamos utilizar para promover o nosso trabalho junto de promotores, editoras e entidades, é mais uma ferramenta de marketing do grupo
“Music Town” conta com a interpretação de Alexandre José na voz, trompete e teclas, João Matos no saxofone, guitarra e ritmos, Orlando Correia no baixo, Pedro Martins na bateria e Pedro Sequeira na guitarra solo. A produção é de Pedro Gonçalves e Strange Álibi, as letras de Alexandre José e a musica da banda.







