Maria Viana abriu esta noite a edição deste ano do Jazz Alem Tejo que esta noite se iniciou em Santo André.
Durante três dias vão ainda passar pela Escola Secundária Manuiel da Fonseca, Marilena Paradisi, o Quinteto de Sara Valente e Vânia Fernandes
Eduardo Guita da Associação Quadricultura explica que “não foi pré determinado, aconteceu, ao longo do tempo vão-nos chegando algumas propostas e verificamos que havia um acréscimo de vozes femininas para vir a Santo André, com vozes de grande qualidade, e no que diz respeito à qualidade preço era uma proposta muito boa”.
O dirigente sublinha que tão pouco foi adoptada esta questão como imagem para o festival, mas acabou por ser uma “feliz coincidência”
Para a edição deste ano é esperada casa cheia para o auditório da Escola Secundária Padre António Macedo, com capacidade para 180 espectadores, durante os três dias do evento.
A iniciativa levada a cabo pela Associação Quadricultura continua assim na senda da criação de novos públicos
Neste sentido Eduardo Guita explica que a Associação pretende sempre a criação de novos públicos e ai a divulgação tem um papel muito importante. E ai nós, tal como noutras áreas estamos sempre à procura mais e melhor mas há um longo caminho a percorrer. Julgamos que esse caminho está muito longe de chegar ao fim. Para tentar alargar a uma área mais vasta de publico ainda continuamos a fazer uma divulgação ainda não tão profissional como queríamos mas continuamos a faze-la da forma que podemos.
Para esta conquista de publico contribui ainda a iniciativa “jazz afterhours” que este ano se apresenta a 31 de Outubro no bar Clube de Ténis e no dia 1 de Novembro no Fragateira Bar na Lagoa de Santo André, ambos os dias com a apresentação do Quinteto Jazz Nos Dedos.





