O Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja foi distinguido pela Fundação Calouste Gulbenkian com o Prémio Vasco Vilalva para a Recuperação e Valorização do Património 2008 pelo seu contributo para a defesa da identidade cultural do Alentejo. De acordo com a Fundação Gulbenkian, a atribuição do Prémio teve em conta a “qualidade global do projecto, continuado e coerente, de levantamento, restauro e valorização do Património Cultural Religioso do Baixo Alentejo, que os membros do Júri consideraram revelar uma definição de critérios e uma metodologia de execução exemplares, em si mesmas e na sua capacidade indutora noutras regiões do país”.
Constituindo a mais importante distinção portuguesa no âmbito do património cultural, o Prémio Vasco Vilalva foi instituído pela Fundação Gulbenkian em homenagem a Vasco Eugénio de Almeida, Conde de Vilalva – mecenas a quem a arte e a cultura do país muito devem –, destinando-se a assinalar “intervenções exemplares em bens móveis e imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do Património”. É de carácter anual e tem o valor de 50 000 euros.
O prémio será entregue em Beja, no dia 3 de Fevereiro, às 11h30, pelo Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, Rui Vilar, na Sala do Capítulo do Convento de S. Francisco (actual Pousada), na presença da Condessa de Vilalva, do Bispo de Beja, D. António Vitalino Dantas, do Bispo Emérito, D. Manuel Franco Falcão, e da Administradora da Fundação Calouste Gulbenkian, Teresa Patrício Gouveia.





