Cerca de uma centena de artesãos e produtores do Concelho de Santiago do Cacém debateram problemas e desafios que se colocam ao sector.
Na sessão organizada pelo Serviço de Turismo da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, foram discutidas questões relacionadas com associativismo, fiscalidade, o Estatuto do Artesão e a especificidade da produção artesanal de bens alimentares.
A presidir à sessão esteve o Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença e o Vereador Álvaro Beijinha.
Entre os oradores estiveram Fernando Gaspar do IEFP e coordenador do Programa para a Promoção dos Ofícios e das Microempresas Artesanais (PPART), Maria Custódia Correia da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Fernando Tomás do IEFP/PPART e Maria Paula Fernandes da Federação Portuguesa de Artes e Ofícios.
Os artesãos e produtores de produtos regionais participaram activamente no debate.
Um dos temas que mais dúvida suscitou foi a facturação e a forma de obtenção da Carta de Artesão.
Outra questão na ordem do dia é a formação na área das artes e ofícios assim como a obtenção da documentação necessária à produção, transporte e venda de peças de artesanato.
A grande participação na sessão reflecte a forte expressão que o artesanato tem no concelho de Santiago do Cacém. Actualmente existem cerca de 150 artesãos e produtores em actividade com destaque para as freguesias de Vila Nova de Santo André, Cercal do Alentejo e Santiago do Cacém.





